E uns dias pra trás, eu enchi o saco. Fiquei em casa. Fiz minhas regras. Nada disso de preocupar com estudo, com peso, com saudade, com o rumo da vida ou com o câncer facial dos demônios-da-tasmânia. Ser ligeiramente egoísta, pelo menos por um dia. Fazer o que me relaxa, senão eu piro lindamente.
Desliguei o celular. Não penteei o cabelo. Desenhei. Ouvi a música que tava a fim. Toquei meus instrumentos musicais. Vesti a roupa mais gostosa e confortável. Cozinhei. Li. Escrevi. Tomei capuccino. Andei de pantufa. Fucei até descobrir novas coisas que me agradassem. Etc. Etc. Etc.
Foi um dia muito proveitoso. Tá que no dia seguinte, era de novo aquilo de estudar, ser simpática, cumprir responsabilidades, ser cidadã respeitável, fazer média.
Meio chato, isso. De vez em quando dá uma preguiça de tirar minhas pantufas...
Giovanna Venturini não é anti-social. É só que gente demais, o tempo inteiro, é um porre.
Dolce far niente! Ai ai, é bom mesmo se dar uma folga às vezes, ninguém é de ferro e o ego precisa de um afago e um relaxo =).
ResponderExcluirÉ, você gostou mesmo dessa expressão, né? Haha! Uma folga é mais do que boa, é necessária até. ^^
ExcluirTirar um dia para ficar apenas consigo mesma. É como um recarregar de baterias. E reconfortante. E dá pra por em dias os papos que a gente tem que ter com a própria mente.
ResponderExcluirExatamente! :]
ExcluirMassa, mas acho que vc deveria tentar fazer isso mais frequentemente...
ResponderExcluirTambém acho. Muitas vezes fico numa correria que nem dá tempo de fazer.
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