Giovanna Venturini crê que muitas vezes a imagem fala por si só.
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Let it all out
Madrugada é, definitivamente, a hora perfeita pra desenhêros fazerem desenhices. Como isto, por exemplo.
O Baú de Davy Jones
Sonhei que deslizava para as águas do mar
entre tesouros afundados
navios naufragados
e tudo o que se esconde no mais profundo
daquilo que o homem não conseguiu explorar.
Vi monstros marinhos,
bestas desconhecidas,
toda sorte de bizarrices.
Mas simplesmente saíam de meu caminho,
como se eu não existisse.
Não sentia falta alguma de ar.
Quando vim à tona,
foi somente para ver a Lua
beijando as águas do mar.
Flutuei até a praia,
e senti cada onda quebrando
sob meus pés
de va gar
Poderia ter ficado ali até o fim do mundo
vendo cada estrela que caía
entre as águas profundas do oceano.
E bastaria.
entre tesouros afundados
navios naufragados
e tudo o que se esconde no mais profundo
daquilo que o homem não conseguiu explorar.
Vi monstros marinhos,
bestas desconhecidas,
toda sorte de bizarrices.
Mas simplesmente saíam de meu caminho,
como se eu não existisse.
Não sentia falta alguma de ar.
Quando vim à tona,
foi somente para ver a Lua
beijando as águas do mar.
Flutuei até a praia,
e senti cada onda quebrando
sob meus pés
de va gar
Poderia ter ficado ali até o fim do mundo
vendo cada estrela que caía
entre as águas profundas do oceano.
E bastaria.
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Blue Man Blues
amigo,
entorne aí nesse copo
a minha última esperança
com dois cubos de gelo
e uma vida de lembranças.
sirva pra mim
o sorriso em sua voz
o sol em seus cabelos
e as lágrimas amargas
de quando ela me deixou.
porque ela deixou, senhor.
me deixou sem sequer dizer adeus,
deixou este cão danado
que só percebeu o valor daquilo que tinha
quando para sempre o perdeu.
é tarde?
se quiser, pode apagar as luzes do bar.
ainda vou ficar aqui
talvez o resto da minha vida
tentando encontrar no fundo deste copo
o homem que fui um dia.
mas antes disso
derrame toda a minha mágoa
e toda a minha dor
(com dois dedos de whisky, por favor.)
entorne aí nesse copo
a minha última esperança
com dois cubos de gelo
e uma vida de lembranças.
sirva pra mim
o sorriso em sua voz
o sol em seus cabelos
e as lágrimas amargas
de quando ela me deixou.
porque ela deixou, senhor.
me deixou sem sequer dizer adeus,
deixou este cão danado
que só percebeu o valor daquilo que tinha
quando para sempre o perdeu.
é tarde?
se quiser, pode apagar as luzes do bar.
ainda vou ficar aqui
talvez o resto da minha vida
tentando encontrar no fundo deste copo
o homem que fui um dia.
mas antes disso
derrame toda a minha mágoa
e toda a minha dor
(com dois dedos de whisky, por favor.)
domingo, 15 de dezembro de 2013
Behind My Glasses
Digamos que eu tinha acabado de voltar de um recital, estava sem sono, e tinha alguns lápis. Eis meu auto-retrato da madrugada. :)
Giovanna Venturini não tem o cabelo estampado, mas de fato anda pra cima e pra baixo com os óculos de armação redonda.
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Transborde.
Nunca gostei de quem ouve meia-dúzia de verdades absolutas, as assimila e se fecha em sua concha. Nunca gostei de gente que nunca admite que está errada. Nunca gostei de quem não se comove. Nunca gostei de convenções sociais silenciosamente estabelecidas. Nunca gostei de não-me-toques. Nunca gostei de gente rude. Nunca gostei de gente que não faz o que gosta pra não enfrentar um julgamento. Nunca gostei de quem se acha melhor que todo mundo. Nunca gostei de gente que se fecha na sua torre de comodidade e julga o que bem entender lá do alto.
Gosto de quem não tem medo de dizer "desculpe", ou "eu te amo". Gosto de quem chora, de quem ri, de quem sente e não faz questão de esconder. Gosto de sorrisos. Gosto de quem dança mesmo não sabendo. Gosto de quem toma banho de chuva. Gosto de quem brinca com cachorro. Gosto de quem sabe que cada pessoa pode lhe acrescentar um pouquinho. Gosto de quem ouve. Gosto de quem compartilha. Gosto de gente sem frescura.
Um amigo já me disse que sou otimista e utópica de doer. Talvez seja. Mas gente metade não me agrada... acho que o barato é gente que simplesmente transborda.
Gio
madrugada
hora de mergulhar no silêncio
que tão prontamente acolhe
os poucos que se mantiveram despertos
madrugada
e o vinho barato que permeia os lábios
de quem, reticente,
analisa erros e acertos.
madrugada
quando amantes sussurram poemas
e juras de amor, todos estes com voz mansa
ao pé do ouvido
para logo, logo, nos raios da alvorada,
deslizar em doce olvido...
hora de mergulhar no silêncio
que tão prontamente acolhe
os poucos que se mantiveram despertos
madrugada
e o vinho barato que permeia os lábios
de quem, reticente,
analisa erros e acertos.
madrugada
quando amantes sussurram poemas
e juras de amor, todos estes com voz mansa
ao pé do ouvido
para logo, logo, nos raios da alvorada,
deslizar em doce olvido...
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Relato do meu dia em poucas linhas
Dia agitado, cara amarrada, chuva caindo e eu sem guarda-chuva.
Entrei na livraria com toda a resolução de quem não tinha tempo pra nada.
Nada de devaneios, nada de livro novo, apenas um apontador sem graça, que é o que tava precisando.
Como sempre, falhei miseravelmente em cumprir minha mal-humorada resolução.
(E vou te falar, foi BEM melhor assim!)
Giovanna Venturini comprou um livro ótimo, e nenhum apontador.
Entrei na livraria com toda a resolução de quem não tinha tempo pra nada.
Nada de devaneios, nada de livro novo, apenas um apontador sem graça, que é o que tava precisando.
Como sempre, falhei miseravelmente em cumprir minha mal-humorada resolução.
(E vou te falar, foi BEM melhor assim!)
Giovanna Venturini comprou um livro ótimo, e nenhum apontador.
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
domingo, 8 de setembro de 2013
Sobre por quê não tenho postado
Minha inspiração tirou férias.
Provavelmente me largou por um tempo
e foi privilegiar algum outro escritor
Ou tá só com os cabelos ao vento
relaxando no Arpoador.
Aí desde então não escrevi,
meus desenhos não passam de rabiscos
minha música é só barulho
e minha arte não passa de petisco.
Mas o bacana de escrever
é que se eu juntar um bando de palavras
de uma forma bonitinha
ainda dá pra enganar e dizer
que é um simpático poeminha.
Giovanna Venturini não tem nada contra sua inspiração ter ido pro Arpoador. Mas queria ter ido também!
Provavelmente me largou por um tempo
e foi privilegiar algum outro escritor
Ou tá só com os cabelos ao vento
relaxando no Arpoador.
Aí desde então não escrevi,
meus desenhos não passam de rabiscos
minha música é só barulho
e minha arte não passa de petisco.
Mas o bacana de escrever
é que se eu juntar um bando de palavras
de uma forma bonitinha
ainda dá pra enganar e dizer
que é um simpático poeminha.
Giovanna Venturini não tem nada contra sua inspiração ter ido pro Arpoador. Mas queria ter ido também!
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Meh.
pensei em escrever um daqueles poemas épicos
de métrica impecável e rebuscado linguajar
ou um soneto digno dos românticos
pra colocar num correio e te enviar
aí das duas uma: ou eu seria escritora conceituada...
ou pelo menos você bateria na minha porta pra tomar chá.
(mas me deu uma preguiça, que eu vou te contar...)
sábado, 10 de agosto de 2013
Desenho!
Pela primeira vez tô postando um desenho aqui no blog (desenho mesmo, não quadrinho). Fiz esse desenho da Noodle, guitarrista da banda fictícia Gorillaz, cerca de um ano atrás. Não tá muito bom (e o scanner contribui pra deixá-lo feinho), mããs eu gosto dele, fazer o quê. Clique pra aumentar.
Giovanna Venturini estava preparando uma tirinha pra esse fim de semana, mas tá sem material pro acabamento (ainda ¬¬)
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
...
aquela gota de chuva
levou uma lágrima embora.
descia por minha cansada face,
com a serenidade de quem se afoga...
Giovanna Venturini teve sua mente martelada por esses versos (talvez sem sentido) ao ouvir esta música:
levou uma lágrima embora.
descia por minha cansada face,
com a serenidade de quem se afoga...
Giovanna Venturini teve sua mente martelada por esses versos (talvez sem sentido) ao ouvir esta música:
terça-feira, 30 de julho de 2013
Era.
Era o sangue nos nós dos dedos
Era o grito na garganta do bêbado
Era o soluço na madrugada
Era a calma que fora furtada.
Era a lágrima há muito contida,
Era toda a mágoa de uma vida
Era cada pequena ou grande ferida
De toda uma existência submissa.
Era na verdade
qualquer forma aleatória,
qualquer tentativa de escapatória...
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Carinho de Escritor
bonito é quando sua palavra encosta na minha
e vai rodando, girando, entrelaçando, se perdendo
até o escrito virar sentimento
e a gente virar rima
terça-feira, 11 de junho de 2013
Nostalgia
e folheando páginas rotas,
esbarrei num pedaço do meu passado
de sabor doce e amargo
saudades de quem eu era,
e de suspensos momentos
perdidos nas areias do sonho...
e nas areias do tempo.
esbarrei num pedaço do meu passado
de sabor doce e amargo
saudades de quem eu era,
e de suspensos momentos
perdidos nas areias do sonho...
e nas areias do tempo.
terça-feira, 28 de maio de 2013
terça-feira, 21 de maio de 2013
Carpe Diem
Acredito no fato de que ter um momento a sós consigo mesmo é importante pra caramba. Não no sentido de ficar sentado num canto tentando decifrar todos os enigmas da alma. Claro que (tentar) se conhecer é importante, mas falo no sentido de curtir-se a si mesmo. Desfrutar pequenos prazeres, sem gente por perto pra fazer mimimi.
E uns dias pra trás, eu enchi o saco. Fiquei em casa. Fiz minhas regras. Nada disso de preocupar com estudo, com peso, com saudade, com o rumo da vida ou com o câncer facial dos demônios-da-tasmânia. Ser ligeiramente egoísta, pelo menos por um dia. Fazer o que me relaxa, senão eu piro lindamente.
Desliguei o celular. Não penteei o cabelo. Desenhei. Ouvi a música que tava a fim. Toquei meus instrumentos musicais. Vesti a roupa mais gostosa e confortável. Cozinhei. Li. Escrevi. Tomei capuccino. Andei de pantufa. Fucei até descobrir novas coisas que me agradassem. Etc. Etc. Etc.
Foi um dia muito proveitoso. Tá que no dia seguinte, era de novo aquilo de estudar, ser simpática, cumprir responsabilidades, ser cidadã respeitável, fazer média.
Meio chato, isso. De vez em quando dá uma preguiça de tirar minhas pantufas...
Giovanna Venturini não é anti-social. É só que gente demais, o tempo inteiro, é um porre.
Constatação
Estava eu fuçando uns textos que fiz há um tempo atrás, e percebi com espanto o quanto minha capacidade de escrita melhorou com este blog. O treino, o feedback, o "tentar algo novo" foram incrivelmente produtivos pra mim. E tenho me divertido mais ao escrever... acabo sentindo falta quando não posso produzir nada por algum motivo. A escrita voltou a fazer parte do dia-a-dia, depois de um bom tempo de bloqueio criativo.
Achei legal pra caramba ter constatado isso.
Giovanna Venturini tem um caderninho azul que carrega consigo quando vai para algum lugar em que não terá acesso a um computador, para fazer um rascunho de seus textos (ou o texto em si).
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Rompante
aí você me mostrou
todos os caminhos que eu devia seguir
para ser dama honrada
moça recatada
e ter uma dessas vidazinhas meia-boca
me entregou tudo isso na redoma de cristal
cuidado com isso, faça aquilo, tal tal tal
não fale com estranhos, seja normal.
peguei toda sua moral de vicissitudes
quebrei-a sob pés descalços
que sangraram sobre todas aquelas
suas questionáveis atitudes
e num rompante e desatino,
reafirmei de forma plena.
ninguém coloca as mãos no meu destino.
todos os caminhos que eu devia seguir
para ser dama honrada
moça recatada
e ter uma dessas vidazinhas meia-boca
me entregou tudo isso na redoma de cristal
cuidado com isso, faça aquilo, tal tal tal
não fale com estranhos, seja normal.
peguei toda sua moral de vicissitudes
quebrei-a sob pés descalços
que sangraram sobre todas aquelas
suas questionáveis atitudes
e num rompante e desatino,
reafirmei de forma plena.
ninguém coloca as mãos no meu destino.
domingo, 28 de abril de 2013
"Nevermore."
Já passava da agreste meia-noite, quando ela adentrou pelos umbrais. Chegou a tempo de ver o corvo que partia pela janela, atrás do busto de Minerva. Maldito corvo, três vezes maldito, já a visitara antes. Colhera seu último suspiro. Olhou para todos os livros de ciência que seu amado estivera estudando, e seu corpo pálido no chão. Se abaixou, analisando os olhos vidrados... Maldito corvo, três vezes maldito.
Parou sob a porta, olhando para o lado de fora. Suas lembranças sobre o corvo ainda se faziam presentes. Era uma sombra perturbadora sobre seu espírito etéreo, e os olhos da ave infernal a assombravam mesmo no além-vida.
"Nunca mais." Palavras gravadas a ferro e fogo em sua alma, recitadas por aquela voz odiosa. E enquanto pensava nisso, de fato, ouviu uma voz. Mas não era aquela voz grasnada, era uma voz doce, quase chorosa, voz que amava e que nunca achou que voltaria a ouvir outra vez:
_Lenore, é você?
Giovanna Venturini é bastante fã do mestre Edgar Allan Poe.
Parou sob a porta, olhando para o lado de fora. Suas lembranças sobre o corvo ainda se faziam presentes. Era uma sombra perturbadora sobre seu espírito etéreo, e os olhos da ave infernal a assombravam mesmo no além-vida.
"Nunca mais." Palavras gravadas a ferro e fogo em sua alma, recitadas por aquela voz odiosa. E enquanto pensava nisso, de fato, ouviu uma voz. Mas não era aquela voz grasnada, era uma voz doce, quase chorosa, voz que amava e que nunca achou que voltaria a ouvir outra vez:
_Lenore, é você?
Giovanna Venturini é bastante fã do mestre Edgar Allan Poe.
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Correria
Estava correndo demais. Era muito relatório pra entregar, livro pra resenhar, texto pra ler, pepino pra resolver, estudos e mais estudos. Corria até para tomar seu café, antes uma pausa tão deliciosa. Cansaço, cansaço, cansaço...
E, no meio disso, abraços. Palavras carinhosas. Pessoas que a queriam bem, e das quais tinha que cuidar (cuidar delas, e cuidar de si).
Às vezes a correria é tanta, que a gente se esquece de coisas muito, muito importantes...
Giovanna Venturini está sem inspiração. Porque está correndo...
terça-feira, 16 de abril de 2013
Delírio
E entre os cacos de sua alma
e sua razão agonizante,
sentiu sua mente em delírio
digno de cavaleiro andante.
E no mais louco devaneio
ainda se perguntava
quem era o insano que o fitava
de dentro do espelho...
Giovanna Venturini acredita que a loucura é um tema extremamente interessante para a arte.
e sua razão agonizante,
sentiu sua mente em delírio
digno de cavaleiro andante.
E no mais louco devaneio
ainda se perguntava
quem era o insano que o fitava
de dentro do espelho...
Giovanna Venturini acredita que a loucura é um tema extremamente interessante para a arte.
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Vazio
Outro dia, eu estava assistindo uma aula de química, em meu colégio. Entre o sono do primeiro horário, as paredes pichadas e o burburinho de outros 38 adolescentes no mesmo espaço, o professor explicou: a matéria é descontínua.
O que significa, basicamente, que somos feitos de espaços vazios.
Abstraindo a informação, até que faz sentido. Todos temos aquele vazio dentro de nós, que não sabemos como preencher. Acredito que a paz venha do nosso interior, mas como encontrar a mesma quando olhamos para dentro e enxergamos o oco?
É aí que tentamos de tudo. Enfiar a cara nas ciências, doses e doses de uma bebida amarga, um beijo sem vontade em um estranho... E não sentimos nada intenso, apenas o eco das sensações que se perde rapidamente, sem chegar a proporcionar satisfação. Não é restaurar uma perda, tratam-se de espaços vazios que estão intocados, ali, em seu silêncio ensurdecedor.
Eis uma perspectiva aterradora. Temos a ilusão de plenitude, mesmo sabendo que é tola (em qualquer sentido). Alguns passam a vida inteira tentando suprimir o vazio. Mas ele volta, independentemente.
Como é que se foge de algo inerente à sua própria natureza?
Giovanna Venturini não tem medo do vazio, mas considera que este pode ser muito desgastante.
O que significa, basicamente, que somos feitos de espaços vazios.
Abstraindo a informação, até que faz sentido. Todos temos aquele vazio dentro de nós, que não sabemos como preencher. Acredito que a paz venha do nosso interior, mas como encontrar a mesma quando olhamos para dentro e enxergamos o oco?
É aí que tentamos de tudo. Enfiar a cara nas ciências, doses e doses de uma bebida amarga, um beijo sem vontade em um estranho... E não sentimos nada intenso, apenas o eco das sensações que se perde rapidamente, sem chegar a proporcionar satisfação. Não é restaurar uma perda, tratam-se de espaços vazios que estão intocados, ali, em seu silêncio ensurdecedor.
Eis uma perspectiva aterradora. Temos a ilusão de plenitude, mesmo sabendo que é tola (em qualquer sentido). Alguns passam a vida inteira tentando suprimir o vazio. Mas ele volta, independentemente.
Como é que se foge de algo inerente à sua própria natureza?
Giovanna Venturini não tem medo do vazio, mas considera que este pode ser muito desgastante.
domingo, 14 de abril de 2013
Dança
Dançava,
Pés ligeiros pisando em nuvens,
Livrando-a de seu suplício.
Dançava,
Entregue aos anseios que urgem,
Como quem dança à beira
do precipício...
Giovanna Venturini afirma que este poema surgiu sozinho quando ouviu esta música :
Pés ligeiros pisando em nuvens,
Livrando-a de seu suplício.
Dançava,
Entregue aos anseios que urgem,
Como quem dança à beira
do precipício...
Giovanna Venturini afirma que este poema surgiu sozinho quando ouviu esta música :
Epifania
e copo após o outro
na madrugada fria
súbita como um raio
veio a epifania:
se tornara, exatamente, aquilo que temia.
na madrugada fria
súbita como um raio
veio a epifania:
se tornara, exatamente, aquilo que temia.
sábado, 13 de abril de 2013
Sobre pregações
(texto rápido)
Hoje foi um dia atípico. Três pessoas, de religiões diferentes, tentaram me converter (sem sucesso). E isso me fez pensar sobre o tema...
Sou da teoria de que religião é uma coisa extremamente pessoal, e que (como tudo neste mundo) deve ser respeitada. Cada um tem o direito de manter sua crença ou descrença. Partindo desse princípio, não parece estranho que uma pessoa exija seu respeito em relação à religião dela, mas que critique todos os seus modos de vida com dogmas nos quais você não crê?
Acho que diálogo consciente resolveria a questão. Trocar informações, sem comprometer a individualidade de ninguém.
É tão difícil assim?
Giovanna Venturini não vê o mínimo problema em se discutir religiões, desde que ninguém sacuda um livro sagrado na cara de ninguém.
Hoje foi um dia atípico. Três pessoas, de religiões diferentes, tentaram me converter (sem sucesso). E isso me fez pensar sobre o tema...
Sou da teoria de que religião é uma coisa extremamente pessoal, e que (como tudo neste mundo) deve ser respeitada. Cada um tem o direito de manter sua crença ou descrença. Partindo desse princípio, não parece estranho que uma pessoa exija seu respeito em relação à religião dela, mas que critique todos os seus modos de vida com dogmas nos quais você não crê?
Acho que diálogo consciente resolveria a questão. Trocar informações, sem comprometer a individualidade de ninguém.
É tão difícil assim?
Giovanna Venturini não vê o mínimo problema em se discutir religiões, desde que ninguém sacuda um livro sagrado na cara de ninguém.
sexta-feira, 12 de abril de 2013
MA OE!
Yep, criei um blog. Yep, primeira postagem. Yep, eu devia estar estudando. Enfim, blog criado, tenho nada a escrever... Só pra não deixar em branco mesmo. Tchau!
Pra não dizer que o post é completamente inútil, eis um lindo porco-espinho:
Pra não dizer que o post é completamente inútil, eis um lindo porco-espinho:
Giovanna Venturini acha apresentações um SACO e ouriços uma fofura.
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