terça-feira, 30 de julho de 2013

Era.

Era o sangue nos nós dos dedos
Era o grito na garganta do bêbado
Era o soluço na madrugada
Era a calma que fora furtada.

Era a lágrima há muito contida,
Era toda a mágoa de uma vida
Era cada pequena ou grande ferida
De toda uma existência submissa.



Era na verdade
qualquer forma aleatória,
qualquer tentativa de escapatória...

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Carinho de Escritor

bonito é quando sua palavra encosta na minha
e vai rodando, girando, entrelaçando, se perdendo
até o escrito virar sentimento
e a gente virar rima